terça-feira, 17 de outubro de 2006
Mea culpa
Em baixo chamei tontos aos que se barricaram no Rivoli. Pois bem, parece que esta sua iniciativa inovadora e original (nas palavras na nossa ministra da cultura) ameaça inviabilizar um concerto do Luís Represas no local. Mea culpa. Há coisas que merecem ser subsidiadas.
Gente
Eu trancava a malta do metro com os tontos do Rivoli. Acho que estão bons uns para os outros.
P.S: Não deixa de ser sintomático que o Público encaixe a notícia dos tontos do Rivoli na secção de «Cultura».
P.S: Não deixa de ser sintomático que o Público encaixe a notícia dos tontos do Rivoli na secção de «Cultura».
segunda-feira, 16 de outubro de 2006
Pólos
(...) Até hoje nunca mais a vi, mas gosto de pensar que tenho esse efeito nas mulheres. (...)
Tiago Galvão
Tiago Galvão
sexta-feira, 13 de outubro de 2006
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
O José António Saraiva Turco
Orhan Pamuk. Deixou a arquitectura pela escrita. Prémio Nobel da Literatura 2006.
Sou um provinciano de costas voltadas para a Europa
Nunca estive em Londres, nunca estive em Paris, nunca estive em Berlim, nunca fui a Roma (mas já vi o Papa); já estive em S. Paulo, no Rio de Janeiro, no Cairo, e estou por estes dias a ultimar os pormenores da minha segunda ida a Nova Iorque.
Se calhar este é um dos malefícios da União Europeia: tudo é familiar e demasiado próximo. Se queremos realmente viajar, precisamos de dar uso ao passaporte.
Se calhar este é um dos malefícios da União Europeia: tudo é familiar e demasiado próximo. Se queremos realmente viajar, precisamos de dar uso ao passaporte.
segunda-feira, 9 de outubro de 2006
terça-feira, 3 de outubro de 2006
Baixa-Chiado
A Proposta de Revitalização da Baixa-Chiado, respectivo PDF e plantas suporte, está disponível no site da CML, área de Consultas On-Line. O Público e o DN têm boas reportagens sobre o plano nas edições de hoje.
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Dia Mundial dos Arquitectos
É sintomático que a Ordem dos Arquitectos, a propósito do Dia Mundial da Arquitectura (que, reparo, é hoje), organize uma série de visitas a ateliers, numa coisa a que chamou Atelier Aberto. E que, paralelamente, organize umas visitas a obras (Reunião de Obra) por si seleccionadas. Os nomes, esses, são sempre os mesmos: o arquitecto recebe a malta no seu atelier, o arquitecto mostra à malta uma obra sua, o arquitecto é moderador num debate. Em vez de se virar para fora, para a sociedade civil, para a cidade, para o território, a Ordem dos Arquitectos assume o papel de menina mais gira da festa. Tudo transborda narcisismo e arquitecto-centrismo. O autor assume o papel principal, a arquitectura, essa «linguagem universal», fica reduzida a uns objectos lindíssimos e a uns estiradores arrumadíssimos. Espelho meu, espelho meu, haverá alguém mais belo do que eu?
A propósito de duas casas
Um dos grandes problemas da língua portuguesa é o facto da palavra «lar» ser tão foleira.
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