Continuo, apesar de tudo, a gostar de Villas-Boas: ele sabe que é preciso alguma agressividade retórica para motivar uma equipa a ganhar títulos, o que gera, por vezes, a sensação de que estamos perante alguém arrogante. Tenho de aceitar isso. Não me faz nenhuma confusão que o treinador do Porto ache que a sua equipa é a melhor do país e que use essa convicção a seu favor. O que se passou em Guimarães foi também fruto de uma convicção, a convicção de que teria havido um penálti que o árbitro não viu. A sua inexperiência fez o resto. Agora, depois dessa convicção ter sido desmentida,
Villas-Boas publica um mea culpa. Fica-lhe bem.