segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

To be great is to be misunderstood



Este livro, para além de ser a coisa mais interessante que comprei em lojas de museus (na do Guggenheim, fotos do edifício descascado para obras em breve, me aguardem), é muito instrutivo. Por exemplo, acabo de descobrir que o primeiro emprego que Frank Lloyd Wright conseguiu, após uma semana em Chicago a bater à porta de ateliers, foi através de uma cunha (apesar de na sua autobiografia dar uma versão diferente do acontecimento, o que só dá mais graça ao facto.)